POESIA CAIPIRA, NÃO DEIXEM DE LER O POST ABAIXO DESTE QUE TRATA DA IMPORTÂNCIA QUE A CERVEJA TEM!!!
>Vô contá como é triste, vê a veíce chegá,
>
>Vê os cabelo caíno, vê as vista encurtá
>
>Vê as perna trumbicano, com priguiça de andá
>
>Vê "aquilo" esmoreceno, sem força pra levantá.
>
>
>
>As carne vão sumíno, vai pareceno as vêia
>
>As vista diminuíno e cresceno a sombrancêia
>
>As oiça vão encurtando, vão aumentano as orêia
>
>Os ovo dipindurano e diminuíno a pêia.
>
>
>
>A veíce é uma doença que dá em todo cristão
>
>Dói os braço, dói as perna, dói os dedo, dói a mão
>
>Dói o figo e a barriga, dói o rim, dói o purmão
>
>Dói o fim do espinhaço, dói a corda do cunhão.
>
>
>
>Quando a gente fica véio, tudo no mundo acontece
>
>Vai passano pelas ruas e as "minina" se oferece
>
>A gente óia tudo, benza Deus e agradece,
>
>Correno ligeiro pra casa, ou procurano o INSS.
>
>
>
>No tempo que eu era moço, o sol prá mim briava
>
>Eu tinha mil namorada, tudo de bão me sobrava
>
>As minina mais bonita da cidade eu bolinava
>
>Eu fazia todo dia, chega o bichim desbotava.
>
>
>
>Mas tudo isso passô, faz tempo, ficô pra tráis
>
>As coisa que eu fazia, hoje num sô capaiz
>
>O tempo me robô tudo, de uma maneira sagaiz
>
>Pra falá mesmo a verdade, nem trepá eu trepo mais.
>
>
>
>Quando chega os setenta, tudo no mundo embaraça
>
>Pega a muié, vai pra cama, aparpa, beija e abraça
>
> Porém só faiz duas coisa: sorta peido e acha graça.
>
>Vê os cabelo caíno, vê as vista encurtá
>
>Vê as perna trumbicano, com priguiça de andá
>
>Vê "aquilo" esmoreceno, sem força pra levantá.
>
>
>
>As carne vão sumíno, vai pareceno as vêia
>
>As vista diminuíno e cresceno a sombrancêia
>
>As oiça vão encurtando, vão aumentano as orêia
>
>Os ovo dipindurano e diminuíno a pêia.
>
>
>
>A veíce é uma doença que dá em todo cristão
>
>Dói os braço, dói as perna, dói os dedo, dói a mão
>
>Dói o figo e a barriga, dói o rim, dói o purmão
>
>Dói o fim do espinhaço, dói a corda do cunhão.
>
>
>
>Quando a gente fica véio, tudo no mundo acontece
>
>Vai passano pelas ruas e as "minina" se oferece
>
>A gente óia tudo, benza Deus e agradece,
>
>Correno ligeiro pra casa, ou procurano o INSS.
>
>
>
>No tempo que eu era moço, o sol prá mim briava
>
>Eu tinha mil namorada, tudo de bão me sobrava
>
>As minina mais bonita da cidade eu bolinava
>
>Eu fazia todo dia, chega o bichim desbotava.
>
>
>
>Mas tudo isso passô, faz tempo, ficô pra tráis
>
>As coisa que eu fazia, hoje num sô capaiz
>
>O tempo me robô tudo, de uma maneira sagaiz
>
>Pra falá mesmo a verdade, nem trepá eu trepo mais.
>
>
>
>Quando chega os setenta, tudo no mundo embaraça
>
>Pega a muié, vai pra cama, aparpa, beija e abraça
>
> Porém só faiz duas coisa: sorta peido e acha graça.

2 Comments:
hehehehehe tudo de bom !! E eh isso ai ... vida naum dah tregua naum!! por isso por isso nois trepa mucho hoje, purque dispois nois fica soh no aperto di maum !!
bjundas
By
*juliana*, at segunda-feira, maio 30, 2005 5:30:00 PM
mas que explanaçao juliana!!!! as oiúda vai ficá tudo em cima! ahuahuahauhauha!
fato que eu vou roubar essa poesia tah? soh to avisano!
bjaaaaooo cunhadoooow
By
Carolina, at terça-feira, maio 31, 2005 8:18:00 PM
Postar um comentário
<< Home